// O ARMÁRIO //

RITA GT

22/09/2017 - 17/11/2017

 

 

VÂNIA ROVISCO E NUNO MOURA

22/09/2017 - performance

 

GONÇALO BARREIROS

07/07/2017 - 31/07/2017

 

ANA RITA TEODORO

07/07/2017 - performance

 

ANA JOTTA

27/05/2017 - 24/06/2017

 

JOÃO JACINTO

22/04/2017 - 19/05/2017

 

ANDREA BRANDÃO

22/04/2017 - 19/05/2017

 

SARA & ANDRÉ

04/03/2017 - 13/04/2017

 

MARIA DO MAR

04/03/2017 - performance

 

CECÍLIA COSTA

21/01/2017 - 25/02/2017

 

LUISA CUNHA

21/01/2017 - performance

 

RAQUEL MELGUE / SÓNIA BAPTISTA

05/11/2016 - 21/12/2016

 

SUSANA POMBA

05/11/2016 - performance / leitura

 

JÉRÉMY PAJEANC

01/10/2016 - 31/10/2016

 

JAIME WELSH / MANUEL TAÍNHA

15/09/2016 - 25/09/2016

 

ANDRÉ ALVES

16/07/2016 - 13/09/2016

 

VÂNIA ROVISCO

16/07/2016 - performance

 

TOMÁS CUNHA FERREIRA

04/06/2016 - 12/07/2016

 

FELIPE ARTURO

30/04/2016 - 31/05/2016

 

ANTÓNIO POPPE

30/04/2016 - performance

 

CATARINA LEITÃO

19/03/2016 - 13/04/2016

 

GUSTAVO SUMPTA

19/03/2016 - performance

 

ANTÓNIO OLAIO

05/12/2015 - 17/01/2015

 

HUGO BARATA

24/10/2015 - 29/11/2015

 

RUI HORTA PEREIRA

12/09/2015 - 11/10/2015

 

ANA VIDIGAL

11/07/2015 - 06/09/2015

 

THIERRY SIMÕES

06/06/2015 - 05/07/2015

 

MARTA CALDAS

18/04/2015 - 24/05/2015

 

PEDRO VAZ

28/02/2015 - 25/03/2015

 

CARLOS CORREIA

17/01/2015 - 17/02/2015

 

BÁRBARA ASSIS PACHECO

29/11/2014 - 15/01/2015

 

ANTÓNIO CARAMELO

11/10/2014 - 22/11/2014

 

ARMANDA DUARTE

12/07/2014 - 05/10/2014

 

MARIANA GOMES

21/06/2014 - 09/07/2014

“.... o armário era um presente de casamento, uma peça sólida de mogno vitoriano. A metade superior separava-se e era constituída por três prateleiras por trás de portas de vidro que se fechava à chave. A base era constituída por gavetas com puxadores de latão que também se fechavam à chave. Isobel tinha transformado o seu presente de casamento no “museu da família”.

Shakespeare, Nicolas, Bruce Chatwin, pág. 54.

 

 

Para Bruce Chatwin, o armário da sua tia Isobel viria a influenciar profundamente a sua obra literária; as prateleiras e as gavetas que o constituíam eram um repositório de colecções, movimentos e histórias. Como refere o seu biógrafo, o armário foi para Chatwin o seu ponto de partida.

Do mesmo modo, o Armário pretende ser o ponto de partida de um projecto que passa por convidar diferentes artistas a intervir neste espaço específico. O armário em madeira, que dá o mote ao projecto, é também constituído por duas portas em vidro, três prateleiras e duas gavetas com puxadores em latão. As obras produzidas para este lugar, podem fechar-se atrás do vidro ou estenderem-se para o espaço exterior ao armário.

Ao artista é dado livre arbítrio, podendo utilizar todos os meios na resolução do desafio. A única condição é não mover o armário para fora da sala onde se encontra e respeitar a sua integridade.

Uma colaboração entre dois artistas decorrerá sempre, podendo esta ser indirecta ou não. A 19 de Março, enquanto Catarina Leitão intervém n’O Armário, onde apresentará A Biblioteca Natural, Gustavo Sumpta desenvolverá na Sala Grande, a performance O Melhor mundo possível.

Direcção: Benedita Pestana

Organização: Benedita Pestana e Raquel Melgue

Fotografia: Raquel Melgue

Tradução: Ana Rocha da Silva

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