// O ARMÁRIO //

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O ARMÁRIO

 

RAQUEL MELGUE / SÓNIA BAPTISTA

 

com a serventia de guardar

o G fica fora do terceiro D

05/11/2016 - 21/12/2016

biografia

Raquel Melgue

 

 

Raquel Melgue (Porto, 1985) obteve em 2012 o Mestrado em Artes Visuais Intermédia Digital pelo Departamento de Artes Visuais e Design da Universidade de Évora, após ter obtido em 2007 a Licenciatura em Artes Visuais - Pintura pelo mesmo estabelecimento de ensino.

Expõe desde 2007, tendo participado em diversas exposições individuais e colectivas.

O seu trabalho desenvolve-se essencialmente nas áreas da fotografia, instalação e vídeo.

No presente ano (2016) apresenta, em colaboração com Sónia Baptista, “com a serventia de guardar // o G fica fora do terceiro D” no espaço O Armário, em Lisboa.

Apresenta também com Mariana Gomes, exposição homónima no Espaço Triângulo da Galeria Diferença em Lisboa, e ainda, em colaboração com Marta Caldas, “ • “ no Museu Geológico em Lisboa.

No ano passado (2015) apresentou individualmente “ME” na Kubikgallery no Porto e “ME ISTLI00M” no Espaço Quadrado da Galeria Diferença, em Lisboa. Participou ainda na colectiva “Identidades: Variáveis Convergentes” na Casa-Museu Abel Salazar no Porto.

Em 2014 expôs individualmente “JLELN-27” no projecto A Montra em Lisboa, e “YL0NM-13” no Espaço Kubíkulo, no Porto. Participou também nas colectivas “Arte e Ciência” no Museu Nacional de História Natural e da Ciência e na exposição “Arte Hoje” na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa.

Em 2013 expôs individualmente “A Horse With No Name” no Centro Cultural de Ponte de Sôr e participou na colectiva “The Age of Divinity”, na Plataforma Revólver em Lisboa.

Em 2012 expôs individualmente “A Hiperteca Akaísta” na Galeria de Arte de Abrantes.

Em 2011 participou no Festival dos Oceanos com a performance “Experiência ao Vivo de Imersão Iconofonográfica” inserida na exposição individual de Pedro Portugal, “Gabinete da Politécnica: O Importantário Estetoscópico”, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, em Lisboa.

Em 2007, seleccionada para o prémio AIAS - Prize of Honour em Zurique, Suiça. Artista representada pela Kubikgallery, Porto.

www.raquelmelgue.com

 

 

Sónia Baptista

 

 

Sónia Baptista nasceu em Lisboa em 1973.

Completou o  Curso de Intérpretes de Dança Contemporânea do Fórum Dança em 2000.

Obteve, com distinção, o grau de Master Researcher in Choreography and Performance da Universidade de Roehampton em Londres, Reino Unido.

A sua formação foi complementada em workshops de  dança, música e teatro e vídeo.

No seu trabalho explora e experimenta com as linguagens da Dança, Música, Literatura, Teatro e Vídeo.

Como intérprete e co-criadora colaborou com vários artistas e companhias, entre eles, Laurent Goldring, Patrícia Portela, Aldara Bizarro, Vera Mantero, Thomas Lehmann, Arco Renz, Teatro Cão Solteiro, AADK.

Em 2001, foi-lhe atribuído o Prémio Ribeiro da Fonte de Revelação na área da Dança pelo Ministério da Cultura por "Haikus" (o seu primeiro trabalho), uma série de pequenos solos que tiveram estreia oficial no festival Danças da Cidade em 2002. Nesse mesmo ano foi bolseira do Centro Nacional de Cultura.

Em 2003 cria um díptico a solo,"Icebox Fly. Winter Kick" (Festival A8).

Em 2006 cria "Subwoofer," uma extravagante performance vídeo-musical, com estreia no Festival Alkantara.

"Vice-Royale.Vain-Royale.Vile-Royale" estreou em Fevereiro 2009 na Culturgest em Lisboa.

Em Outubro desse mesmo ano cria a sua primeira peça infantil, "Um Capucho, Dois Lobos e Um Porco vezes Três" com estreia no Teatro do Campo Alegre no Porto.

Em Abril de 2011 apresenta "Haikai Zoo Kino" no Theatro Circo em Braga e em Novembro estreia "Peaufine" no Festival Temps d’Images em Lisboa, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

A sua segunda peça infantil, "Alva 7.0", estreou em Dezembro de 2011 no teatro Turim em Lisboa.

"Tempus Fugit", estreou em 2012, no Teatro S. Luiz, no âmbito do Festival Temps d’Images.

Em 2013 participa na exposição colectiva “Ilha” na Livraria Sá da Costa com a obra escultórica "coisa frágil". Apresenta "Today is it a squirrel?" no Michaelis Theatre em Londres. A versão portuguesa, "E hoje, é um

Esquilo?" estreou no Festival Triciclo em Lisboa em 2014. Apresentou uma performance de homenagem à pintora Vieira da Silva  e um dueto a capella com Tanja Simic Queiroz, em que cantou obras de sua autoria, na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. Participa na exposição colectiva, "Light&Sound" no espaço Attic em Lisboa com a obra, "O Processo dos Peregrinos Deslizando pela Água".

Interpretação e co-criação com Patrícia Portela e Cláudia Jardim da peça infantil "Fábulas Elementares" Teatro Maria Matos.

Ainda em 2014 estreia  "in the fall the fox, e na queda raposar" no Festival Temps d’Images em Lisboa.

Lança o seu primeiro livro pelas (não) Edições, "de água por todos os lados" e, já em 2015, publica o texto da peça , "E hoje, é um Esquilo?" pela Douda Correria, "E na queda raposar", pela (não) Edições e participa na colectânea de poesia "Voo Rasante" da Mariposa Azual que também edita o seu livro "Tempus Fugit", colaboração com a artista Bárbara Assis Pacheco. Cria um  texto dramatúrgico, "Peremptório erro sem dano", a partir da obra do artista Pedro Tudela para o Festival END em Coimbra e estreia a sua criação, "A falha de onde a luz", no âmbito do Festival Cumplicidades. Escreve o texto da peça "Morceau de Bravure" de André Godinho com Cão Solteiro e a CNB. Estreia a sua terceira peça infantil "Sing Sing Karaoke Bar," na Fundação Calouste Gulbenkian em 2016. O seu último trabalho, "Assentar sobre a Subida das Águas", um monólogo, estreia no Festival Alkantara também em 2016.

Tem continuado paralelamente a escrever, a criar peças curtas e a desenvolver inúmeros e variados projectos dentro do domínio das artes performativas.

Colabora com o Fórum Dança com Seminários de Pesquisa e Criação e com a CNB no PAD, Programa de Aproximação à Dança, no programa CNB e os Poetas e noutros projectos de pedagogia, criação e escrita e reflexão.

Ao longo do seu percurso artístico o seu trabalho foi apoiado pelo Ministério da Cultura-DGartes, Fundação Calouste Gulbenkian e Centro Nacional de Cultura.

O seu trabalho tem sido apresentado em vários Festivais e Teatros em Portugal, França, Dinamarca, Alemanha, Suíça, Bélgica, Croácia, Áustria, Brasil, Espanha, Itália, Reino Unido, Rússia, Tunísia e Brasil.

Os seus textos foram publicados no livro “Ideias Perigosas para Portugal”, Ed. Tinta da China e “Revista Inútil” nº 3,  e n º4, Lisboa, Portugal (2010 e 2012) e Flanzine#1 e #12.

Artista Associada da AADK Portugal.

 

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